O poder da oração e da intercessão
I Timóteo 2. 1-5 / Isaías 59. 16
Temos uma palavra de ordem: ORAÇÃO E INTERCESSÃO.
A oração e a intercessão confrontam os poderes do inferno em guerra espiritual que trazem filhos à luz, pelo poder do Espírito Santo. A formação de Cristo, em sua plenitude, no coração dos homens, é o alvo supremo da Oração e Intercessão. Ela nos tomará e nos levará a ganhar as almas que fazem parte do nosso oikós.
1. Oração é a comunicação íntima entre duas pessoas que se amam, Deus e você. A oração não serve só para nosso próprio bem estar ou alívio – mas para o deleite do Senhor!
2. Quando oramos, estamos em comunicação entre nosso espírito recriado e o Espírito de Deus que em nós habita. Nosso primeiro propósito ao orar deve sempre ser a comunhão com o Senhor.
“Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração” (Sl 37.4).
3. Ser intercessor exige uma boa dose de disciplina emocional, já que a tendência é orarmos por assuntos que nos preocupam e não por aqueles que Deus nos dá. O melhor professor é o tempo que se gasta orando e não o tempo gasto aprendendo teoria. A intercessão se aprende orando.
4. Há duas coisas que necessitamos fazer
a. Confiar na sua Palavra – Cristo é a palavra viva de Deus. E quando você está preso com Ele em oração, o Espírito Santo sempre lhe guiará à Palavra revelada de Deus. Ele edificará sua fé alimentando-lhe a partir da Bíblia.
b. Crer que Deus ouve suas orações. Jesus disse: “E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mt 21:22). Em poucas palavras Cristo está dizendo: “Se você crer verdadeiramente, estará desejoso de esperar e aguardar uma resposta do seu Pai celestial, e não vai lhe importar quanto tempo vai levar, você se agarrará à fé, crendo que Ele responderá”!
CONQUISTANDO MEU OIKÓS
Mt 9.1-8; Mc 2.1-12; Lc 5.17-26
INTRODUÇÃOOs quatro amigos do paralitico demonstraram sentimentos e procedimentos ao procurar Jesus para solucionar a situação física de seu amigo. Essas atitudes e sentimentos nos ajudam a ter um procedimento mais eficaz na conquista de nosso OIKÓS através de nossas Células.
I. ERAM PESSOAS PROVIDAS DE COMPAIXÃO
Aqueles quatro homens demonstraram ter o mesmo sentimento do Mestre ao ver a situação daquele paralítico.
1. Compreendiam o estado emocional do paralitico e colocaram em prática o desejo de aliviar ou diminuir o sofrimento do paralítico.
2. A compaixão é frequentemente caracterizada através de ações, na qual uma pessoa agindo com espírito de compaixão busca ajudar aqueles pelos quais se compadece.
3. Diferente das outras formas de comportamento prestativo humano seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheio.
II – NÃO PARARAM DIANTE DAS DIFICULDADES
1. Não tinha mais lugar onde ficar, mas acharam um meio de chegar a Jesus, Mc 2.2,3; Lc 5.19.
III – A FÉ DELES FOI A CHAVE PARA O MILAGRE
“...E, vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: homem, os teus pecados te são perdoados, Lc 5.20.
Quando você intercede por uma pessoa, Deus age nela através da tua fé.
IV - RESULTADOS DA INTERCESSÃO DOS AMIGOS DO PARALÍTICO
1. O paralítico recebeu a salvação e foi curado, Lc 5.25.
2. O povo ficou maravilhado.
3. Glorificaram a Deus.
4. Ficaram cheios de Temor.
5. E Testemunharam.
CONCLUSÃO
O texto demonstra que podemos realizar grandes conquistas na família, familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho, nossos OIKÓSES. Basta apenas nossa Célula SER UM em buscar aquele que pode realizar, pois Ele tem interesse pessoal em ver pessoas salvas.
CONQUISTANDO O IMPOSSÍVEL, Js 1.9
Josué como discípulo de Moises nos ensina o que aprendeu na intimidade com Deus e a confiança em suas promessas que faz a diferença nos momentos considerados impossíveis para os homens.
Muitas das vezes queremos avançar na conquista de vidas para o reino, mas encontramos grandes obstáculos, vários Jordões e Jericós, mas Deus nos mostra através das atitudes de Josué, que é possível conquistar.
I. Dificuldades encontradas na conquista
1ª dificuldade – atravessar o Jordão
O rio tornara-se mais largo na época, devido o grande acrescimo de aguas em seu percurso tornando impossível o prosseguimento do povo de Israel para conquistar o que Deus prometeu.
2ª dificuldade – conquista do intransponível, Jerico.
Jerico era uma cidade fortificada e os homens daquele lugar se sentiam seguros, devido a largura de suas muralhas e sua fortes estruturas.
II. Atitudes de um conquistador, Josué.
a. Confiou nas promessas de Deus feitas a ele. Js 1.9
b. Avaliou a situação, as forças inimigas e seu potencial. Js 2.1
c. Preparou o povo para ação sobrenatural de Deus. Js 3.5
d. Buscou solução, orientação de Deus e obedeceu. Js 5.13-15
e. Avançou para o meio da dificuldade, mas com a presença de Deus. Js 3.15
f. Rodeou Jerico com os sacerdotes e valentes, mas com a presença de Deus. Js 6.8-11.
g. Creram na ação sobrenatural de Deus. Os sacerdotes avançaram no rio Jordão, crendo na ação sobrenatural de Deus; os varões de guerra crerem que treze voltas ao redor da cidade de jerico, sete trombetas tocadas e gritos bem altos derrubariam os muros intransponíveis da cidade.
Conclusão: Da mesma forma que Deus agiu através de Josué e do povo de Israel, quer agir através de nós. Como valentes e sacerdotes podemos rodear em oração e jejum o maior dos maiores obstáculos para conquistar vidas e expandir o Seu reino. Temos de crer que tudo é possível e não desvanecer, pois Deus conta conosco.
A compaixão, sentimento que facilita na conquista
Mt 9.35-38; 10.1
Introdução: O texto mostra o sentimento profundo de nosso Senhor e Salvador Jesus. Sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal daqueles pessoas e de outrem, acompanhado do sentimento de minorá-lo. Isto nos chama atenção para nossos sentimentos em relação aqueles que queremos conquistar para Deus e que influencia diretamente em nossa oração.
I. Aquele que tem o mesmo sentimento de Jesus:
1. Vê as multidões não apenas como um aglomerado de pessoas, mas contempla sua triste condição e necessidade espiritual, vs 36.
2. Vê as pessoas aflitas, ansiosas, angustiadas, preocupadas e inquietas, pois não conseguem preencher o vazio de sua alma, vs 36.
3. Vê a todos, exauridos, esgotados, cansados de ir e vir, procurando soluções para a vida espiritual, como ovelhas que não tem pastor, vs 36.
Aquele que busca a salvação de outrem não pode deixar se enganar pela aparencia de uma boa vida, aparentemente sólida, pois elas necessitam de salvação.
II. Uma vida com os mesmo sentimento de Jesus se dispõe e atende a ordem para ser um trabalhador, vs 37.
1. Não espera uma chamada especifica, pois tem consciência que Ele o chamou para realizar Sua Obra no lugar onde mora, na sua rua, na sua célula, pois ali também é a seara do Senhor.
2. Toma posse da autoridade dada por Jesus para libertar e curar pessoas em seu nome. Mt 10.1.
3. Paga o preço necessário para conquistar, oração e jejum, Jo 4.31-34.
Conclusão: Podemos medir nossa condição espiritual avaliando-nos e respondendo a nos mesmos: Quanto sou parecido com aquele que me salvou? Qual o sentimento que tenho pelas pessoas? O que faço para levá-la a Cristo?
Respondendo a estas questões, podemos avaliar qual o grau de envolvimento que temos com Ele e se estamos sendo como Ele é.
Este sentimento igual ao de Jesus vai proporcionar aquele que ora, compaixão, paixão, amor etc. facilitando chegar diante de Deus, pois o sentimento é comum: salvação de vidas.